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Iga e Sabalenka disputam liderança do ranking em RG
26/05/2023 às 18h21

Iga Swiatek precisa chegar pelo menos às quartas para não perder a liderança

Foto: Jimmie48/WTA

Paris (França) - A liderança do ranking mundial da WTA estará em jogo durante as próximas duas semanas em Roland Garros. Bicampeã do Grand Slam francês e vencedora da edição passada em Paris, Iga Swiatek se mantém como número 1 há 60 semanas, mas tem a posição ameaçada pela vice-líder Aryna Sabalenka.

As duas protagoziram duas finais nesta temporada de saibro, com vitória de Swiatek em Stuttgart e de Sabalenka em Madri. E caso isso volte a acontecer em Roland Garros, uma final entre elas valeria também o primeiro lugar do ranking.

Para se manter no topo do ranking, Swiatek precisa chegar pelo menos às quartas de final em Roland Garros. Caso perca mais cedo na competição, ela será ultrapassada por Sabalenka no ranking de 12 de junho, logo após o torneio.

A polonesa de 21 anos havia sofrido uma lesão na coxa direita durante as quartas de final de Roma, mas espera estar plenamente recuperada para a estreia contra a espanhola Cristina Bucsa. "Ainda estou me recuperando da lesão na coxa, mas estarei bem para a primeira rodada. Isso é o mais importante para mim. Tive alguns dias de repouso, e felizmente não foi grave".

Já Sabalenka tem chance de colocar ainda mais pressão conforme for avançando no torneio. A atual número 2 do ranking estreia contra a a ucraniana Marta Kostyuk. E se chegar às oitavas ou às quartas, obriga Swiatek a chegar à semifinal em Paris. Já se a bielorrussa for semifinalista, a polonesa precisa chegar à final para se manter com chances de se manter na liderança.

Na entrevista coletiva desta sexta-feira, Sabalenka comentou que evita pensar disputa pela liderança, porque isso a faria jogar pior. A jogadora de 25 anos pode se tornar a 29ª mulher a ocupar o número 1. "Procuro não pensar nisso. Quando penso, jogo pior. Tenho que focar no que posso controlar: continuar melhorando meu tênis. O que vai acontecer no ranking será apenas consequência do meu trabalho. Acredito estar preparada para ser a melhor tenista do mundo, mas gostaria de não falar mais sobre isso".

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